quarta-feira, 16 de abril de 2008

.em branco, preto e vermelho

não é qualquer coisa e/ou pessoa que me conquista de uma hora pra outra.
rápido, num piscar de olhos, sem nem eu mesma perceber... tipo instantâneo [3 minutos e tá pronto!].
não, não...
não é assim que funciona.
há de se fazer um esforço para conseguir isso.

mas tem exceções.
raras, por sinal.
quando bati os olhos no "A menina que roubava livros" pensei comigo mesma: "manhê, eu quero!" [tipo criança azucrinando em supermercado].
levou uns dias, mas comprei.

a primeira coisa que me conquistou: a capa. linda... fria e simples [como eu mesma gosto de ser].
em seguida: a contracapa. quase vazia, com uma só frase escrita em vermelho: "Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler." [ok, ok... frase de impacto... mas temos de convir que é muito boa.]
depois, o assunto do livro... o prólogo... enfim, tudo.

eu ando meio sem tempo para ler, mas 1/3 já se foi...
é denso demais, com muitos termos em alemão e cheio de metáforas... e o autor [Markus Zusak] tem um estilo bem diferente do convencional.
aliás, bom que seja assim.

...

um pedacinho do resumo:

"ENTRE 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a Própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história. História que, nas palavras dirigidas ao leitor pela ceifadora de almas no início de A menina que roubava livros, "é uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual extraordinária por si só. Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e a sua existência humana valem a pena."
.
Essa mesma conclusão nunca foi fácil para Liesel. Desde o início de sua vida na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, orapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito."(...)

...

[em breve, mais...]

7 comentários:

Vento disse...

eu quero...

Andre disse...

desocupado comentando...
comentário insosso
mas
comentário
=)

.ana disse...

quer???
já vai, já...

...


[e de td jeito, o comentário foi válido.=]

Vento disse...

tu quer sevendust no show dos pedreiros.?? então.. podemos negociar...

.ana disse...

ah, é assim agora, é??? eu dou uma idéia tri boa e tu me faz isso???
¬¬'


não confio em negociar contigo... mas podemos tentar...

The Heart of Lilith disse...

Bah, eu tb quero!

Maaaaas, antes te devolvo os outros dois, assim que os acabar!

=D


Sorry!

.ana disse...

mas é lentinha, hein?
=P