sábado, 22 de março de 2008

.mais simples, impossível

Mato.
Amigo querido.
Gente divertida.
Um rio.
Nuvens insistindo em sumir com o sol.
Pássaros.
A sombra das árvores.
Chuva ao final.
Uma sensação estranha.
Silêncio.
Paz.
Porque eu tenho a primavera aqui dentro e o outono lá fora.

E algumas palavras do Raul caem na minha mão [organizar as coisas dá nisso: a gente reencontra muito daquilo que já significou algo um dia.]

"Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura.
Mas se não puder, cale essa boca e deixa eu viver minha loucura."

Com quase tudo em ordem, eu senti mais falta ainda de certo livro. Da página 23.
Eu preciso dele de volta.

E pra Nine: tu também me deve um, né senhorita? [prometo te contar o final.]

4 comentários:

Squar disse...

Paz... quase saudades. Mas não que eu não goste de uma loucura, um movimento. Bom e velho Raul, heil! Beijundas, sumida.

.ana disse...

bem eu que sumo, né?
¬¬'

Aline disse...

Tá eu te entrego essa semana. Mas tu me conta o final amenizando as partes ruins né? hohoho.

.ana disse...

eu vou ser o que sou... sincera... e sutil...
[sim, amenizo... não quero ver ninguém chorando aqui!]